2018 in review

Heavy metal, hard, classic, melodic e prog rock… Os 20 melhores discos internacionais de 2018

Foto: Divulgação

2018 in review

Depois de agrupar os cinco discos nacionais favoritos da casa em 2018 (veja e leia aqui), é hora de os 20 álbuns internacionais ganharam o seu espaço conjunto, com links para as respectivas resenhas e um videoclipe para cada um dos dez primeiros. Um total de 25 CDs que dão um panorama mais abrangente da minha lista de melhores de ano publicada na edição de janeiro da Roadie Crew – não à toa, e por motivos óbvios, os dez discos marcados como obrigatórios formam o Top 10 que enviei para a revista, mas o método de avaliação, a partir desta eleição um padrão do Resenhando, está explicado mais lá embaixo. Sem mais delongas…

#10 The Sea Within (THE SEA WITHIN) – Com integrantes do The Flower Kings, Pain of Salvation e The Aristocrats, o supergrupo foi responsável por um grande disco de rock progressivo. Ou “a new art rock collective”, como se autodenomina a banda (clique aqui para ler a resenha completa).


#9 Original Human Music (ULTRAPHONIX) – O que esperar da união musical entre o vocalista Corey Glover e o guitarrista George Lynch? Um álbum que presta homenagem a Living Colour e Dokken, mas com molho engrossado por vários outros sabores (clique aqui para ler a resenha completa).


#8 Set the World on Fire (GIOELI – CASTRONOVO) – Depois de 25 anos, Johnny Gioeli e Deen Castronovo relembram a época de Hardline com um disco sob medida para quem curte ótimos vocais e aquele hard rock melódico com toques de AOR (clique aqui para ler a resenha completa).


#7 The Shadow Theory (KAMELOT) – Terceiro disco com Tommy Karevik, e o melhor desta já não mais tão nova fase da banda americana. Mais uma vez, um sopro de vida inteligente no metal sinfônico, incluindo o conceito lírico para mentes nada preguiçosas (clique aqui para ler a resenha completa).


#6 Damned if You Do (METAL CHURCH) – Tem algo da era David Wayne; tem bastante da versão Mike Howe, o vocalista definitivo do Metal Church; e tem muito de anos 80, incluindo a produção completamente orgânica. E é mais uma aula de heavy metal (clique aqui para ler a resenha completa).


#5 Burn it Down (THE DEAD DAISIES) – Banda veterana é que faz música boa. Aqui, músicos tarimbados e incrivelmente talentosos que se juntaram para mostrar como se faz rock’n’roll e heavy rock clássico de verdade. E os Daisies acertaram novamente (clique aqui para ler a resenha completa).


#4 The Ghost War Diaries (ELECTRIC BOYS) – O grupo sueco já havia lançado uma joia em 2014, e o terceiro disco desde a volta em 2009 confirma as novas expectativas. De novo, a fusão perfeita do vigor do hard rock com o groove do funk (clique aqui para ler a resenha completa).


#3 Patina (RED DRAGON CARTEL) – Se o primeiro disco valeu pela volta de Jake E. Lee à ativa, depois de 20 anos longe dos holofotes, o segundo é um presente para os fãs que ansiavam pelo retorno do genial guitarrista ao estilo que o consagrou (clique aqui para ler a resenha completa).


#2 For the Love of Metal (DEE SNIDER) – Os fãs reclamaram de We Are the Ones, um desvio no caminho do vocalista. Mas se os fãs queriam heavy metal, então ganharam o melhor disco do estilo em 2018. E Dee Snider só precisou abrir a boca e cantar (clique aqui para ler a resenha completa).


#1 Sometimes the World Ain’t Enough (THE NIGHT FLIGHT ORCHESTRA) – Com discos em 2017 e 2018, a banda deve segurar a onda em 2019. Melhor para a concorrência. O NFO poderia virar hors-concours ao ficar em 1º pelo terceiro ano consecutivo (clique aqui para ler a resenha completa).


Segundo tempo (clique no nome do disco para ler a resenha)

#11 Family Tree (BLACK STONE CHERRY)
#12 Prequelle (GHOST)
#13 Thunderbolt (SAXON)
#14 Steelfactory (U.D.O.)
#15 Firepower (JUDAS PRIEST)
#16 Volume II – Power Drunk Majesty (METAL ALLEGIANCE)
#17 Resurrection (MICHAEL SCHENKER FEST)
#18 The Age of Absurdity (PHIL CAMPBELL AND THE BASTARD SONS)
#19 Grimmest Hits (BLACK LABEL SOCIETY)
#20 II (LEATHER)

MÉTODO DE AVALIAÇÃO

Quebre, Passe longe, Vale a audição, Divirta-se, Pode comprar e Obrigatório. O que isso quer dizer para quem lê as resenhas publicadas visando à retrospectiva 2018 (e todas as outras a partir de agora)? Que o leitor deve decidir por ele mesmo se o CD deve passar batido ou ir direto para a sua coleção. Por quê? Porque a resenha traduz a opinião de quem escreve. Goste ou não o fã, resenha de disco sempre foi, continua sendo e sempre será a opinião do autor. No entanto, como dar nota é algo que nunca foi do agrado da casa, a saída foi arrumar alguns quesitos. Com um toque de diversão.

Quebre é apenas figura de linguagem, obviamente, e Obrigatório não significa necessariamente que o álbum é nota 10. Levando-se em consideração os dois extremos da avaliação, são apenas dicas de que ou o trabalho serve apenas para pegar poeira na estante, no caso de você fazer questão de ter a coleção completa, ou é indispensável para quem curte o estilo e/ou a banda. E as outras quatro categorias? Com as plataformas de streaming, você pode conferir o disco e aí concordar ou discordar. No entanto, sempre que puder, compre o produto físico e original. Quem faz música e vive dela agradece.

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